sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Quem sou eu? Apeteceu-me divagar nesta região do meu pensamento tão vasta e obscura. Obter a resposta torna-se bem mais duro do que imaginava. Que espécie de ser sou eu? Na realidade, por mais que tente percorrer as fases desta descoberta, a resposta é sempre nula ou muito pouco objectiva. A verdadeira resposta esconde-se de mim mesma e teima em não surgir. Provavelmente já se mostrou a algumas pessoas mas não se deixa vislumbrar por mim. Quando conseguirei saber quem sou eu na totalidade? Nunca? Na verdade, pouco me importa, o que sou, mesmo não sabendo o que é, não me envergonha, não me desilude, cativa aqueles que tem de cativar, e isso é o que mais me agrada.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Quero estar mais além,
Ver o que há para ver,
Ver o que rodeia esta bola gigante chamada Terra,
A poeira que a invade é feita de sentimentos,
Sentimentos tão poderosos,
Capazes de torná - la meia negra, meia tons rosa.
Vejo lá ao fundo o que quero e não quero ver,
É mais forte que eu,
Tem de ser visto e sobretudo corrigido.
Sentimentos vãos e falsos são dispensados,
Totalmente ridículos e obscuros.
É absolutamente necessário obrigar a parar isto,
Esta incapacidade de sentir verdadeiramente,
Única e exclusivamente aquilo que é possível sentir e não fingir sentir.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

“Não é fácil uma pessoa aliar inteligência com generosidade.
E ainda que possua ambas as qualidades, é raro que reúna também uma terceira, a que distingue as pessoas que valem a pena daquelas que deixamos para trás;
Essa qualidade, que não se compra, não se treina e não se finge, chama-se integridade.”